Uma descoberta ótima, o Chris Brown. A
exemplo do Michael Jackson, tem um ritmo maravilhoso e é excelente dançarino.
Adorei mesmo.
Eu já conhecia essa música (que veio com
meu celular), que me agradou muito de cara, mas ainda não o tinha visto dançar
nem conhecia seus outros sucessos. Meu filho Alan trouxe consigo uns vídeos de
música, dentre eles o dessa música e eu me apaixonei.
Música é assim, ou a poesia toca nossa
alma ou o ritmo faz nosso sangue correr mais depressa. Nesse caso, claro que o
ritmo negro veio de encontro às minhas raízes e não tem como não gostar.
Excelente mesmo, se ainda não conhece, ouça e aprove.
Sou professora, mas como meus filhos já estão adultos, creio que os criei à moda antiga, e não como as crianças com as quais convivo agora parecem estar sendo criadas.
No meu tempo (e já disse alguém que quando dizemos "no meu tempo" é porque já estamos ficando velhos e nossas idéias, ultrapassadas) criança sabia o seu lugar. Claro que era uma forma de tratamento extrema - não podíamos entrar na sala quando havia visitas, jamais nos intrometíamos em "conversa de adultos", nunca pedíamos mais quando comíamos na casa dos outros - mas a meu ver caiu-se no extremo oposto.
Agora criança faz o que quer e ai de quem ao menos ousar criticar. São reizinhos pra quem o mundo sorri e se abre para que tomem dele o que bem entenderem e da forma que quiserem. Ai daquele simples mortal (adulto) que sequer os olhe com a cara torta. Não se pode dizer não, não se pode causar frustração nem traumas.
Podem se intrometer na conversa que quiserem, interromper, botar o pé em cima das cadeiras, correr pelos corredores de estabelecimentos públicos dando saltos e gritos. Podem encher nossos ouvidos de barulho e gargalhadas enquanto tentamos nos concentrar em coisas mais sérias, como se nosso ouvido fosse penico.
Nós, os adultos, somos cheios de maus hábitos, que os pestinhas não têm receio algum de criticar em alto e bom som, de cima de sua verdade absoluta: "mas você fuma, credo! que coisa feia!" (Coisa feia é ser indiscreto e se meter onde não se é chamado...)
Temos que conviver com toda essa liberdade absoluta que não termina onde começa a do próximo - como eu fui ensinada. Não há espaço grande o suficiente para essas crianças. Correm nos corredores, abrem as portas (que se estão fechadas é por um bom motivo) de supetão, sem bater. Entram sem pedir licença e sem sequer cumprimentar aqueles que (pretensamente) são seres de sua espécie.
Dá-se muita importância aos hábitos de higiene e à segurança de uma criança, mas não se tem tempo de dar-lhe educação. Não se impõem regras nem limites. Enquanto se é criança (creio eu) tudo pode.
Mas e depois, quando já não estiverem os tolerantes pais protetores ali presentes para aplaudir e reverenciar todas as traquinagens não corrigidas? Como se vê um adulto diante de um mundo que (sim!) lhe diz não muitas vezes, que não o poupa só porque é o "filhinho do papai"?
Como reage um adulto que tem que ganhar o pão de cada dia debaixo das ordens de um patrão, que não terá o mínimo problema em criar-lhe restrições e dar-lhe broncas, pouco se importando se estas lhe trarão traumas ou problemas?
Educar é também ensinar a lidar com as regras de nossa sociedade, a respeitar os que nos cercam, a comportar-se adequadamente de acordo com o ambiente em que estamos, lidar com a frustração e entender os (muitos) nãos que teremos pela frente.
E me pergunto como será o mundo no futuro quando essas crianças que estão agora sendo ensinadas que tudo lhes pertence, que tudo lhes será entregue de bom grado às mãos quando bem lhes aprouver se virem cara a cara com a dura realidade de que nessa selva de pedra só se leva o que se conquista - com esforço e dedicação. Como será quando descobrirem que o mundo não é bem assim, e que segundo a crença das bruxas - e a minha própria - a natureza lhe devolve triplicado tudo o que você fizer.
Ano novo, hora de analisar o que realizamos nesse
ano que está terminando e fazer planos para o próximo. Será que contabilizamos
muitas conquistas? Ganhamos amigos, tivemos vitórias, aprendemos lições? Ou será
que nos quedamos no marasmo do lugar-comum, simplesmente nos deixamos arrastar
pela vida sem ao menos pensar a respeito? Houve muitas derrotas, tristezas,
decepções?
Quem sabe o que nos reserva o novo ano? Isso
ninguém poderá responder, mas com certeza o leme estará em nossas mãos. A vida
segue seu rumo mas sempre temos a possibilidade de escolher, podemos fazer de um
limão uma limonada, de um inimigo um aliado, de um fracasso uma
lição.
Temos todos nós o poder - e porque não dizer o
dever - de embalar nova vida ao sabor de nosso desejo, tomar o rumo que sentimos
ser o nosso. Claro que momentos há em que nos sentimos tão impotentes e perdidos
que até parece que vivemos a vida de outra pessoa... Mas nesses momentos temos
que tomar fôlego, criar força e enfrentar os dissabores.
Somos, sim, navegantes em um mar bravio, mas nossa
consciência é uma bússola que não falha jamais. Se seguimos uma rota equivocada
é porque não soubemos usá-la. E vivendo aprendemos a nos organizar e guiar para
crescer e aprender, viver e amar.
Sonhos tenho, e muitos. Vou realizando-os ou
descartando-os à medida que se encaixam - ou não - dentro daquilo que quero ser
um dia. Nunca quero deixar de sonhar, para ter sempre à minha frente um longo
caminho a percorrer, não importa se com 50, 80 ou 100 anos. Que esse caminho se
perpetue nessa e em outras vidas, é o que desejo a mim e a todos.
Semana cansativa... muito trampo, muita coisa a resolver. Quase não entrei na internet... Imaginem que eu adoro procurar coisas bonitas e essa semana aterrissei de vez no trabalho e nem pude ver nada, até o orkut larguei de mão.
Mas não tem nada, semana que vem eu volto. Algumas novidades no blog dos meus sites:
Também alguma coisa no meu blog sobre cinema, onde estou comentando o lindão Denzel Washington no novíssimo Deja vu, mas é só pegar o link no meu site.
Essa semana foi complicada... semana que vem já tá logo aí...
Já disse em outro blog que às vezes ouvimos coisas que depois nem nós mesmo acreditamos que ouvimos, que nos pegam desprevenidos demais para expressar a surpresa no momento. Minha comadre e futura sogra de vez em quando se sai com uma dessas.
Estávamos conversando em sua cozinha outro dia, ela preparando o almoço e contando de seus "tempos difíceis" quando os filhos eram pequenos e tinha que sair de casa pra trabalhar de manhã bem cedo e só voltava tarde da noite, fazendo mais horas extras que normais. Em dado momento, comenta:
- É, comadre... comi o pão que o padeiro amassou...
Lanço-lhe um olhar supreso, mas ela explica:
-Sabe como é: sou católica mas fui evangélica e não como nada que o Diabo tenha amassado...
Essa tive que engolir em seco porque nenhum comentário parecia caber ali. E essa nem foi pior que aquela que ela me aprontou num dia em que eu almoçava lá. A família reunida, eu já estava pra levar uma garfada à boca quando ela me vem com essa:
- Eu não me lembrava se eu a tinha convidado pra ir à Missa ou se foi você quem me convidou...
Eu já sentia antecipadamente o gosto da suculenta garfada na boca, as palavras dela me chegavam mas não me atingiam completamente, eu estava mais preocupada com a comida que ia saborear em centésimos de segundos. Mas ela continua:
- Mas o Marques me lembrou que você é lésbica...
O garfo pára no ar, eu de boca aberta, em parte para abocanhá-lo, em parte estupefata pela estapafúrdia afirmação. Outros garfos se congelam no ar, conversas que rolavam paralelas à nossa repentinamente se interrompem. Todos os olhos se voltam para mim. Noto um interesse súbito em todos eles.
- Como é que é? - me desprendo num estalo do transe em que a estranha frase me colocara. Eu, lésbica?
- Sim, comadre. Ele me disse que você é lésbica, sabe... que acredita em Deus mas não tem religião. Ele me explicou...
Faz-se a luz em meu cérebro confuso, e com um suspiro de alívio conserto:
Um homem e uma mulher eu e você caminhos que se cruzam mãos que se encontram e se tocam braços para abraçar pele para tocar deslizar olhos dentro de olhos os mesmos olhos boca carnuda, desejosa de seus lábios nos meus sabor de paixão palavra arrancada da garganta muda e mais uma vez não se revela, não sai e você vai acena, um carinho e quando se volta e leva a luz consigo ainda trago o gosto das palavras que não disse que calei que sobrevoam minha mente ecoam em meu coração arrebatam meus sentidos lavam minha alma com lágrimas sentidas "Te amo"
Beije minha boca como se nunca tivesse beijado olhe dentro de meus olhos como se visse minha alma toque minha pele como se fosse parte da sua acaricie meu corpo como se jamais fosse me deixar me ame como se seu amor fosse tão grande quanto o meu
Por que te vais assim, alma minha, por que te afastas em uma sombra de pergaminhos teu vulto de madrepérola quero enlaçar quero possuir, quero amar ver escorrer de teu lábio o riso frouxo derreter de teus olhos o teu amor meu peito, ave errante pousou em teu ninho teu coração, minha âncora e se arrasta por entre nuvens de pranto se encolhe em chagas de carmim se não me queres se não me olhas se não me tens te amo, e esse amor é uma brasa viva em meu coração pulsante que ora chora, ora brada por tua boca por tuas carícias desnudas suas súplicas sentidas seus sussurros insones e noites mal dormidas e pesadelos esquecidos guardados
Daqui do alto de minha janela vejo a cidade, as pessoas indo e vindo como em um formigueiro. Posso ver os prédios, os carros, sentir as gotas de orvalho da manhã depois da noite insone. O dia nasce, o sol se abre em cores e a vida renasce, só no meu peito esse aperto, essa pontada. Onde estará você, parte de mim que está tão longe? E eu aqui toda lábio para beijos, toda pele para carícias, toda braços para seus abraços, toda fome para seu amor. Eu te espero, me entrego à espera como o réu entrega-se ao carrasco, como a flor se entrega ao beijo do pássaro. Me deixo ficar aqui nessa janela vendo a vida passar, os dias se escoarem, lânguidos, pelo fundo de minha retina como se nada mais tivesse importância, só mesmo minha espera, sua chegada. Os raios de sol nascente invadem a cidade, penetram minhas cortinas afugentando as sombras da noite, mas dentro de mim a neblina pálida da saudade é fria e é espessa. Meu peito se expande num suspiro, meus lábios se entreabrem num gemido surdo de saudade.
*Não broxamos... *Não ficamos carecas; *Não sofremos de fimose; *Temos um dia internacional; *Sentar de pernas cruzadas não dói; *Podemos usar tanto rosa como azul; *Temos prioridade em boates ou em qualquer lugar, não pagamos a conta, no máximo rachamos; *A programação da TV é 90% voltados para nós; *somos traídas somos vítimas, se traímos eles são cornos; *Mulher de embaixador é embaixatriz, homem de embaixatriz não é nada; *Somos monogâmicas, embora precisamos testar vários homens para achar um que tenha valor; *Se resolvemos exercer profissões predominantes masculinas, somos pioneiras; *Mas se um homem exerce profissão tipicamente feminina é bicha; *E por último:fazemos tudo que um homem faz só que com um detalhe:De salto alto!
Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando você está bêbado: - Indubitavelmente. - Preliminarmente. - Proliferação. - Inconstitucional. ================================================== Coisas que são EXTREMAMENTE DIFÍCEIS de dizer quando você está bêbado: - Especificidade. - Transubstanciado. - Verossimilhança. - Três tigres. ========================================= Coisas que são TOTALMENTE IMPOSSÍVEIS de dizer quando você está bêbado: - Puta merda que garota (o) feio (a) !!!! - Chega, já bebi demais.
Muitas vezes a vida da gente passa por mudanças, algumas totalmente inesperadas, e depois quando a gente olha pra trás percebe que anda fazendo coisas e vivendo de uma maneira que nunca poderia imaginar algum tempo antes. Eu, por exemplo, há sete anos sou professora de inglês e espanhol, e se há 8 anos me pergutassem se eu gostaria de dar aulas ou se pelo menos pensaria na possibilidade, responderia: "Eu não, imagina!"
Minha vida sofreu mudanças drásticas em 97, foi o ano em que fiz 40 anos, e não dizem que "a vida começa aos 40"? A minha começou mesmo, ou melhor, recomeçou. Saí do banco, comecei a dar aulas, eu e meu 4º marido nos separamos...
Foi um ano de muitas mudanças, eu diria mesmo que foram mudanças muito radicais, hoje eu vivo uma vida totalmente diferente que eu vivia até 97. E as mudanças não foram só de profissão, estado civil... Mudei muito internamente, meus valores sofreram alterações consideráveis. Coisas que antes eu não conseguiria passar sem, hoje nem me fazem falta. Pessoas que eu considerava importantes, provaram depois que na verdade eram supérfluas e foram abandonadas ao longo do caminho.
Mas não houve só subtração, não. Coisas que eu nem sabia que existiam, hoje me dão muito prazer. Coisas que eu nunca havia experimentado, agora faço com destreza. Pessoas que eu nem sabia que existiam conquistaram definitivamente um lugar em minha vida.
Pois é, mais um ano começa, e com ele as mudanças. Mudar é bom, mudar é aprender, mudar é crescer. Pois então, que venha o novo ano, e que traga com ele muitas mudanças pra todos nós!!!
Hoje é Natal, todos saíram e eu fiquei em casa, em frente ao pc, conversando com meus amigos virtuais. Como é engraçada essa nossa vida virtual: quando estamos com nossos amigos, nunca nos sentimos sós. Todos saíram pra "festar" e eu nem "tchum". Vou aproveitar essa oportunidade, pra desejar então a todos os meus amigos virtuais, reais, imaginários e etc, um FELIZ NATAL. Que você encontre a felicidade dentro de você, que é onde ela deve estar. Mtos beijos a todos!!!! Escrito por Zailda às 04h54
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